O ato ocorreu no centro de Aracaju, nas proximidades do antigo Hotel Palace (Foto: Ascom/ CUT)

Centrais sindicais se reuniram em uma manifestação na manhã desta quinta-feira, 18, para protestar contra a ‘carestia’ no preço dos alimentos, além do alto custo dos combustíveis e ausência de definição sobre a volta do auxílio emergencial. O ato ocorreu no centro de Aracaju, nas proximidades do antigo Hotel Palace.

De acordo com a vice-presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Ivônia Ferreira, essa pauta de reinvindicação busca alertar para as dificuldades que os trabalhadores têm enfrentado com a crise econômica causada pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19). “No Brasil, há mais de 14 milhões de pessoas desempregadas. É uma situação gravíssima”, diz a sindicalista.

Na visão de Ivônia, essa situação poderia ser atenuada caso o Governo Federal já tivesse colocado em prática uma nova rodada do auxílio emergencial (Foto: Ascom/ CUT)

Ainda segundo ela, além do desemprego, o alto custo de vida nesta pandemia é assustador. “Estamos vivendo em um tempo de carestia. O preço dos alimentos está lá em cima. Combustível também em alta. Como as pessoas vão se alimentar com qualidade? Tudo isso é culpa de uma lógica triste que busca sempre o lucro ao invés do bem-estar das pessoas”, argumenta.

Na visão de Ivônia, essa situação poderia ser atenuada caso o Governo Federal já tivesse colocado em prática uma nova rodada do auxílio emergencial. “Esse recurso foi indispensável no ano passado para ajudar as famílias a se alimentarem. Mas até agora o Governo não se movimenta para que esse auxílio continue a ajudar as pessoas. É muito triste”, lamenta.

por João Paulo Schneider 

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