Célia Alves da Silva, de 38 anos, está afastada das atividades trabalhista há cerca de seis meses após sofrer um AVC. Durante tentativa da perícia do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), ela passou por uma situação constrangedora.

Por conta do AVC, Célia está acamada e precisou ir até à unidade na maca, no entanto, ao chegar no INSS, descobriu que a perícia não seria realizada e precisaria ser reagendada, sem aviso prévio. Ela saiu da cidade de Japoatã e não conseguiu o serviço porque no dia, o perito não estava e não teve outro substituto. 

Em nota, o INSS disse que a perícia foi reagenda porque o médico perito teve um imprevisto pessoal e não tinha um reserva. Ainda explicou que: “Para não acontecer a cessação do benefício da segurada, foi reagendada no sistema do INSS e a perícia caiu de forma automática para o mês de novembro, porém, o perito médico se disponibilizou a atender a Sra. Célia, assim como os outros segurados que não foram atendidos, na próxima segunda-feira”, explicou.

Célia Alves está com a perícia marcada para o dia 27 de junho, às 10h.

Fonte: Redação Portal A8SE

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